 
Bar Léo - Chopp para ficar mal acostumado
Localizado na rua Aurora (uma travessa da Santa Ifigênia) número 100, no coração da Boca do Lixo paulistana, esta intituição (desde 1940) é um modelo na arte de se tirar um chopp. Depois de tomar o chopp do Bar Léo, todos os demais vão parecer inferiores quando não aguados e sem graça.
Como toda instituição, esta também tem regras rígidas e pouco simpáticas. Por exemplo, o horário. Durante a semana o bar fecha religiosamente às oito da noite e aos sábados, para desespero geral, às duas da tarde.
Sentar-se tranquilamente numa mesinha no interior do Bar Léo é outra lenda. É melhor ir se acostumando com a idéia de tomar chopp em pé na calçada. No final fica até mais típico e o atendimento é rápido. Claro que você é bom bebedor de chopp e não vai dar mancada, no entanto, não custa repetir que heresias como "chopp sem colarinho" ou "meia pressão" (seja lá o que isto signifique), são punidas com o desprezo que merecem. Aqui só tem chopp claro e com generoso colarinho e ponto final.
Tudo na vida tem um custo e o Bar Léo não foge a regra. O melhor chopp de São Paulo custa R$4 e a porção de bolinho de bacalhau R$12. Tudo somado, numa brincadeirinha de pouco mais de uma hora dias desses, eu, Alex Freire e o Zacheo morremos com R$ 130 paus fácil. Não somos parâmetros? Vai lá então, controladão mas não diga que não avisei.
Escrito por Magoo às 18h08
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Fachada e interior do histórico Gostinho Brasileiro
Podem falar o que quiser. É caro, toca música (música?) sertaneja e fica aberto para happy hour apenas (!?) às sextas, mas o "Gostinho Brasileiro" ainda é uma lenda viva quando se trata da cultura etílico-consultiva.
Foi de lá que brotou a idéia da Festa do Começo do Fim do Mundo em Louveira. Ocasião na qual, alguns dos frequentadores assíduos, a saber, eu, Oshima, Ivan, Monica, Zé Luis, Mup, Renatinho e João Heitzmann, no meio de um porre medonho, bolamos a tal festa. Sem recursos, mas com toda a coragem que só duas doses são capazes de providenciar, fizemos o plano, o blue print, o cut over e o go live.
Fora o estrondoso sucesso do empreendimento, foram horas e horas para lá de alegres passadas junto ao inefável garçom Tatoo (da ilha da fantasia), que sempre mandou muito bem no chorinho do Red Label.
Hoje, pode ser que mudamos nós ou que mudou o bar....vai saber. O fato, é que sempre que rola uma reunião de sexta feira no Cenesp é inevitável o querer voltar a magia do bar que tanta besteira e coisa séria abrigou.
Pena mesmo dá do estado atual do bar em dois aspectos: O chopp e a coxinha de frango. O chopp é exclusividade da Kaiser talvez por força do inquilinato já que a mesma encontra-se no bloco A. Dá para fugir pedindo uma Xingú, uma Bavária Premium (que é bastante passável) e até mesmo a Bohemia Long Neck. Agora o caso da coxinha infelizmente é terminal. Aquela que um dia fora a estrela da noite, servida no palitinho acompanhada de um molho misto de catchup, mostarda e alho (para desespero das patroas que nos aguardavam em casa), hoje vive o seu outono. Parecendo ter sido frita com desleixo e mal acabada, vem à mesa toda desconjuntada e com as carnes à mostra. Uma pena.

Escrito por Magoo às 21h33
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A Biblioteca dos Sonhos do Santa Esquina
Enfim, um botequinho social feito para happy hour de escritório aqui na Zona Sul. O principal destaque é que, apesar de se situar na frente do Tom Brasil e rodeado de escritórios (Cenesp, Berrini, etc) os preços são, como poderia dizer, honestos.
R$ 5,00 a dose de Seleta, R$ 3,00 o chopp Brahma e R$ 13,00 a porção - também honesta - de carne seca com mandioca. O pé direito alto da construção garante uma boa ventilação e deu até para ouvir o que o Maeda falou. Era uma quarta feira sem música ao vivo e com a frequência meia bomba.
A conferir num dia com música ao vivo e bombando. É lógico que eu ainda procuro na Zona Sul um boteco responsa do nível do Valadares, mas o www.santaesquina.com.br é uma boa opção para fugir do $$$ Braumaister.

Escrito por Magoo às 22h28
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